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segunda-feira, 6 de março de 2017

Apresentação da PRIMEVA em Mauá - RJ

Neste último sábado (04/Março/2017) a banda PRIMEVA esteve na igreja Congregacional em Mauá. Desde a chegada da banda a recepção dos irmãos foi extremamente calorosa em Cristo Jesus. Foi o próprio pastor Arlindo quem recebeu a banda e, logo em seguida, apresentou aos demais irmãos do louvor que já estavam ensaiando na nave principal da igreja.


O culto começou à 19h com a abertura musical do ministério de louvor local, além da participação de outros irmãos abençoados. Quando a banda foi chamada para subir ao altar a atmosfera de louvor á Deus já era totalmente perceptível por todos que estavam na igreja. Iniciando com a música "Para sempre" e depois seguida por "Vive em nós" a banda PRIMEVA fez as pessoas presentes jubilarem de alegria devido à tudo que Deus estava promovendo naquela noite. Depois, com "Desespero" e, fechando com "Olhos não viram" a PRIMEVA brindou todos os presentes com o mais puro e autêntico Rock'n'Roll cristão. O próprio pastor Marcelo Rebello, guitarrista da band, foi quem pregou nesta noite memorável em Mauá. 

A banda PRIMEVA agradece o carinho e o zelo ds irmãos desta amada igreja, incluindo o auxílio dos irmãos da banda Tetelestai que foram imprescindíveis na preparação do PA para que a banda pudesse se apresentar com uma boa qualidade de áudio. Glórias a Deus - Ele é Fiel !

Cadê os "Anonymous" ??

Que saudade dos anos 80! Quando queríamos declarar guerra, em nossa revolta juvenil contra a sociedade e o governo opressor, nos agrupávamos em bandas de rock (punk rock, heavy metal, etc) e, nas garagens, vociferávamos nosso descontentamento contra tudo e contra todos que merecessem ouvir nosso grito. O nosso vandalismo se restringia a um “vandalismo sonoro” – e saiba você que as pessoas morriam de medo e paravam para ouvir nossas reivindicações! Hoje está tudo mudado... Os vândalos atuais se camuflam em meio às passeatas como joio no meio do trigo; são realmente vândalos ao pé da letra, que só prestam para destruir o patrimônio alheio, seja municipal, seja de pessoas que não têm nada a ver com a corrupção dos governos. Os vândalos atuais são jovens tristes, filhos de papai em sua maioria, muitos são moradores de bairros nobres (como o próprio Leblon) e não passam pelas mesmas restrições como a maioria do povo. Eu, quando jovem, “vandalizei” com arte, “destruí vitrines” com solos de guitarra, “quebrei bancas de jornal” com músicas e com letras inteligentes, enfim, gritei o meu descontentamento com as minhas próprias “armas”, sem precisar deixar ninguém triste ou ferido por isso. Esses “Anonymous” (e esses outros descerebrados que picham e quebram placas de sinalização) certamente não representam a minha geração, pois trocaram a arte pela imbecilidade crua e boçalidade desmedida contra o bem estar da própria população – enquanto isso o Eduardo, o Cabral e a Dilma continuam no firme propósito de sacanear o povo do Rio e do Brasil, roubando e pilhando o que pertence a nós. Anonymous, saia das trevas, emerja do esgoto, mostre o seu rosto e vire gente! Promovam passeatas, cantem “Que país é este?”, fechem as ruas, mas não destruam o patrimônio de quem não é causador do seu ódio!

A cidade agradece.